Eu sempre escrevi pra mim mesma.
Sempre guardei alguns parágrafos resultados de algumas
reflexões dentro de subpastas no qual ninguém pudesse acessar. Me resguardei de
qualquer opinião alheia para não parecer vulnerável. Compartilhar minhas
palavras para alguém que não seja eu mesma é um risco que estou disposta a
correr, pois sou eu da forma mais crua. Digo que são poucos que me conhecem
realmente, que atravessam todo o estorvo que eu criei ao longo desses anos. Se
eu for um pouco mais radical, diria até que ninguém conhece ninguém. No entanto, isso é
algo mais complexo que eu pretendo comentar só mais adiante.
Por fim, para não prolongar mais, gostaria de
agradecer à Giulia, Letícia, Louise, Laisa e Lalesca. Por cada momento de
loucura e reflexão que nos fizeram ser o que somos hoje.
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